Na sequência das anotações dos livros que li, chega a vez de Histórias Proibidas Para Nervosos, um livro que reúne pequenos textos policiais e de suspense de diversos escritores. O grande destaque na capa é que os contos foram escolhidos por Alfred Hitchcock.
Antes de falar sobre o que está dentro do livro, tenho que contar como ele chegou até mim. Afinal, essa série de registros que estou fazendo também serve para isso: guardar um pouco da história que está contada no livro, mas também registrar como eu estava na época e como o livro despertou em mim a vontade de lê-lo.
Ganhei um DVD da Cássia Eller de uma página do Instagram. O prêmio veio pelos Correios. Eis que, dentro da caixa, estava junto o livro. Achei estranho aquilo e comentei com a página, imaginando que tivesse sido um erro.
Eles me explicaram que, por uma loucura burocrática, o envio somente com o DVD, por causa do peso, acaba sendo classificado de uma forma. Se aumentar um pouco mais o peso, ele “muda de categoria” e o valor a pagar pelo envio fica mais barato. Então, a pessoa responsável pela página prefere enviar um livro junto e ver a taxa diminuir. :)
E foi assim que ele chegou até mim.
Iniciei a leitura no mesmo dia em que terminei Na Natureza Selvagem, livro que, por sinal, foi o pontapé inicial desta série que estou escrevendo. Eu estava em Icaraizinho de Amontada, passando alguns dias de muito descanso, com o clima oscilando bastante entre chuva e sol.
E foi justamente durante a leitura dos contos deste livro que me dei conta do quanto o esquecimento pode afetar algumas histórias que passaram pela minha vida.
Explico: ao ler histórias policiais que envolviam investigação, me veio à lembrança um dos livros de que mais gostei de ler: Os Sete Minutos, de Irving Wallace. Um romance que tem como tema principal uma questão judiciária, com forte apelo investigativo e várias reviravoltas.
E não, eu não lembro muito dos detalhes. E é justamente por isso que este texto, este registro, é importante.
Histórias Proibidas Para Nervosos foi um bom passatempo. Algumas histórias me prenderam bastante, outras nem tanto. São 13 contos ao todo.
O destaque, para mim, foi Henry Lowden, Ou Melhor, Henry Taylor, de Helen Nielsen.
Li o livro entre maio e agosto de 2026.
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