Quero te dizer que...
Quero dizer-te apenas...
Quero dizer-te somente...
Quero mostrar-lhe...
Quero que você...
Quero te explicar...
Quero falar-te...
Quero.
Ou simplesmente nada.
Nada não.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A todos!
Ultimamente o blog está parado. Totalmente. Apenas algumas atualizações no Twitter que nem são relacionadas ao Diário Virtual.
Em breve, novas Pérolas!
P.s. O Pérola Sanduíche está longe de ser um Blog com bastantes visitas (a falta de atualizações minha ajuda nisso bastante), mas hoje, antes e escrever esse pequeno ‘post’, dei uma olhada no ‘Analytics’ e percebi que há sim uma pequena turma que vez por outra olha o site. Confesso que o ‘Pérola’ nasceu para apenas uma pessoa – Eu mesmo – mas fico felicíssimo em perceber que outras pessoas o visitam.
Obrigado... e volto logo!
Em breve, novas Pérolas!
P.s. O Pérola Sanduíche está longe de ser um Blog com bastantes visitas (a falta de atualizações minha ajuda nisso bastante), mas hoje, antes e escrever esse pequeno ‘post’, dei uma olhada no ‘Analytics’ e percebi que há sim uma pequena turma que vez por outra olha o site. Confesso que o ‘Pérola’ nasceu para apenas uma pessoa – Eu mesmo – mas fico felicíssimo em perceber que outras pessoas o visitam.
Obrigado... e volto logo!
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sexta-feira, 13 de março de 2009
Fade to Black*
Fade to Black (Tradução abaixo)
_________________________________________________________
'Fade To Black', música do Metallica - do ótimo 'Ride The Lightning', album de 1984.
Quando moleque, cantava essa música aos ventos, usando meu ‘ingrês’ puro, achava a canção tão ‘pra cima’, jurava que eram palavras de guerra ou de felicidade.
Essa música deveria ser proibida para pessoas com afinidade para o suicídio :)
Puta som!
***
Para ouvir, clique aqui
Escurecer
A vida, parece que vai sumir
Indo mais longe todo dia
Se perdendo dentro de mim mesmo
Nada importa, ninguém mais
Eu perdi a vontade de viver
Simplesmente nada mais a dar
Não há nada mais para mim
Preciso do fim para me libertar
As coisas não são como costumava ser
Falta algo dentro de mim
Você acreditava em mim
Mas me condena por algo que não fiz
Mortalmente perdido, isto não pode ser real
Eu pensava que você me notava
Não posso suportar este inferno que sinto
O vazio me preenche
Ao ponto da agonia
As trevas crescem tomando a aurora
Eu era eu mesmo
Mas agora se foi
Ninguém além de mim pode me salvar, mas é tarde
Agora eu não consigo pensar, pensar por que eu deveria tentar
O ontem parece nunca ter existido
A morte me acolhe carinhosamente
Agora eu vou dizer apenas adeus.
_________________________________________________________
'Fade To Black', música do Metallica - do ótimo 'Ride The Lightning', album de 1984.
Quando moleque, cantava essa música aos ventos, usando meu ‘ingrês’ puro, achava a canção tão ‘pra cima’, jurava que eram palavras de guerra ou de felicidade.
Essa música deveria ser proibida para pessoas com afinidade para o suicídio :)
Puta som!
***
Para ouvir, clique aqui
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Literatura Cantada
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Sobre nada
A calma era substituída pela raiva, daquelas incontroláveis, que fazem brotar na face uma vermelhidão assustadora, ali ele pensava em fazer tudo o que não lhe era permitido ou de bons costumes. E era sem duvidas o momento para aproveitar o sangue correndo quente em suas veias palpitantes, era a hora de pegar toda aquela lama que o cercava, o impedindo de fazer tantas coisas desejáveis, era o momento de pegar tudo aquilo e jogar contra o ventilador, sujando o rosto de todos a sua volta.
Mas ele desperdiçava, engolia metade da raiva, exalava somente o que ele não conseguia segurar, e aquilo já assustava a muitos.
O odor que exalava de suas junções incomodava não só a ele, pois ali estava à prova que o cominho trilhado estava errado, cheirando daquela forma, o máximo que conseguiria seriam migalhas de milhos, como pombos em praças das grandes cidades, e o que desejava era a luxuosa comodidade que os louros da vida poderiam lhe garantir.
Os pensamentos vagavam, sim. Sofria a cada segundo com o maldito desprezo do Mundo. Assim ele pensava e não sabia a quem recorrer, a quem para lhe proteger da infinita questão do que estava fazendo seria o certo ou errado, por meio das duvidas, o que lhe caia sobre os ombros era a idéia que tudo estava errado.
Caminhou assim por longos e tenebrosos anos... e assim continua.
Mas ele desperdiçava, engolia metade da raiva, exalava somente o que ele não conseguia segurar, e aquilo já assustava a muitos.
O odor que exalava de suas junções incomodava não só a ele, pois ali estava à prova que o cominho trilhado estava errado, cheirando daquela forma, o máximo que conseguiria seriam migalhas de milhos, como pombos em praças das grandes cidades, e o que desejava era a luxuosa comodidade que os louros da vida poderiam lhe garantir.
Os pensamentos vagavam, sim. Sofria a cada segundo com o maldito desprezo do Mundo. Assim ele pensava e não sabia a quem recorrer, a quem para lhe proteger da infinita questão do que estava fazendo seria o certo ou errado, por meio das duvidas, o que lhe caia sobre os ombros era a idéia que tudo estava errado.
Caminhou assim por longos e tenebrosos anos... e assim continua.
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Literatura
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Com você...
Algumas sensações agradáveis surgem de surpresa, como um vento forte que sopra bem vindo em nosso rosto. Ter você em meus braços naquele momento foi algo divino, o sol deixando mais forte aquelas cores impregnadas em nossos corpos e em todos a nossa volta me fez lembrar de alegrias já esquecidas. O beijo que dei em sua face ainda é sentido em meus lábios, o gosto de ingenuidade misturada ao sal natural da claridade intensa daquela tarde está bem guardado comigo.
Seus olhos buscavam entender a explosão de emoção ao redor, os meus, irradiando felicidade, procuravam vencer a alegria e não deixar cair uma lagrima sequer.
A minha alegria é mais alegre quando você está por perto.
Te Amo... muito!
Seus olhos buscavam entender a explosão de emoção ao redor, os meus, irradiando felicidade, procuravam vencer a alegria e não deixar cair uma lagrima sequer.
A minha alegria é mais alegre quando você está por perto.
Te Amo... muito!
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Cotidiano
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
A falta que eu sinto
Confesso que me maltrato às vezes quando percebo que as linhas imaginárias que surgem em meus pensamentos não são dignas de irem para o papel, a criatividade (a perda dela, no caso) que não empolga nem mesmo o criador é fruto de uma falta inexplicável. Da falta de algo que não sei exatamente o que é. Alguns têm um dom para se empolgar apenas com os fatos de pequeno valor e esquecer do que realmente deviam olhar, como crianças em enchentes a jogar pedras na lama que ameaça invadir as suas casas, algumas delas podem enfim perceber no futuro que na verdade estavam jogando na lama os seus pertences, pode surgir aí um vazio, um arrependimento, o triste entendimento que no passado aquele adulto foi uma criança inútil, talvez a falta de algo sem nome pode vim de emoções parecidas com essa... Ou não.
Não sei exatamente do que falar, principalmente quando estou com você, que percebo esperar muito de mim. Isso me faz lembrar das noites em que o uso da palavra é dispensável. Não quero ser, e muito menos estou a confessar que sou um engano, deve existe em toda a alma uma época de silêncio nas idéias.
Nem sempre somos esperto o bastante, temos algo de estranho em nós que nos deixa ser enganados, saboreando a doce ilusão de estar no caminho certo para chegar ao objetivo. No amor também é assim, o personagem foi informado na trama que a mocinha tinha um namorado, mas mesmo assim ele a esperava sempre às 6 da manhã para lhe oferecer o pão da padaria em que trabalhava, mas sabia há anos que ela só comprava na padaria mais distante. Ele se enganava, sabia que aquele coração não seria seu ao fim da trama, mas aquele doce momento entre as trocas de palavras dos dois fazia do resto do dia dele ser mais belo e não aceitava de ninguém a palavra ‘ilusão’ para descrever aquele estranho relacionamento.
A sensação que tenho é que a falta que sinto não pode ser descrita em palavras, talvez já tenha sido descrita sem que eu percebesse, pode ser até que eu esteja enganado, talvez a falta que sinto seja apenas de algo que realmente não exista, talvez seja de você, talvez seja de ouvir a frase ‘ Eu te amo’.
Não sei exatamente do que falar, principalmente quando estou com você, que percebo esperar muito de mim. Isso me faz lembrar das noites em que o uso da palavra é dispensável. Não quero ser, e muito menos estou a confessar que sou um engano, deve existe em toda a alma uma época de silêncio nas idéias.
Nem sempre somos esperto o bastante, temos algo de estranho em nós que nos deixa ser enganados, saboreando a doce ilusão de estar no caminho certo para chegar ao objetivo. No amor também é assim, o personagem foi informado na trama que a mocinha tinha um namorado, mas mesmo assim ele a esperava sempre às 6 da manhã para lhe oferecer o pão da padaria em que trabalhava, mas sabia há anos que ela só comprava na padaria mais distante. Ele se enganava, sabia que aquele coração não seria seu ao fim da trama, mas aquele doce momento entre as trocas de palavras dos dois fazia do resto do dia dele ser mais belo e não aceitava de ninguém a palavra ‘ilusão’ para descrever aquele estranho relacionamento.
A sensação que tenho é que a falta que sinto não pode ser descrita em palavras, talvez já tenha sido descrita sem que eu percebesse, pode ser até que eu esteja enganado, talvez a falta que sinto seja apenas de algo que realmente não exista, talvez seja de você, talvez seja de ouvir a frase ‘ Eu te amo’.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Bem vindo 2009!
A sensação de que estava tudo parado e que por causa disso, obviamente sem um rumo, era a mais pura das verdades. Não se deve perguntar quando recomeçar a andar, o que falta é apenas movimentar-se com os pés um atrás do outro em busca da felicidade. Algumas mentiras caem por terra rapidamente, algumas outras ficam presas em um cúbico imenso e vazio nos pensamentos de reféns da mentira que agrada falsamente, como a alegria que uma feijoada gorda causa no corpo sedentário num domingo de sol.
Não acho que devemos sempre estar com a cabeça erguida, deve sim existe o saboroso momento em que olhamos em direção ao chão para presenciar um passo a mais que conseguimos dar.
O blog não está entregue as baratas.
I’m Back!
Não acho que devemos sempre estar com a cabeça erguida, deve sim existe o saboroso momento em que olhamos em direção ao chão para presenciar um passo a mais que conseguimos dar.
O blog não está entregue as baratas.
I’m Back!
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
O Homem*
Um certo dia um homem esteve aqui, tinha o olhar mais belo que já existiu, tinha no cantar uma oração e no falar a mais linda canção que já se ouviu.
Sua voz falava só de amor, todo gesto seu era de amor e paz, Ele trazia no coração.
Ele pelos campos caminhou, subiu as montanhas e falou do amor maior. Fez a luz brilhar na escuridão, o sol nascer em cada coração que compreendeu que além da vida que se tem, existe uma outra vida além e assim...O renascer, morrer não é o fim.
Tudo que aqui Ele deixou não passou e vai sempre existir, flores nos lugares que pisou e o caminho certo pra seguir
Eu sei que Ele um dia vai voltar e nos mesmos campos procurar o que plantou.
E colher o que de bom nasceu, chorar pela semente que morreu sem florescer, Mas ainda há tempo de plantar fazer dentro de si a flor do bem crescer pra Lhe entregar quando Ele aqui chegar
_______________________________________________________
* Letra de Roberto e Erasmo, dedicada ao aniversariante do dia.
Já havia citado essa canção antes, no Blog do Pablo Artur e hoje não poderia deixar de ouvi-la de novo. Essa música por sinal tem um baita instrumental rock and roll na parte final, levando até alguns roqueiros perguntarem que banda ‘nova’ é essa.
Feliz Natal 2008
Sua voz falava só de amor, todo gesto seu era de amor e paz, Ele trazia no coração.
Ele pelos campos caminhou, subiu as montanhas e falou do amor maior. Fez a luz brilhar na escuridão, o sol nascer em cada coração que compreendeu que além da vida que se tem, existe uma outra vida além e assim...O renascer, morrer não é o fim.
Tudo que aqui Ele deixou não passou e vai sempre existir, flores nos lugares que pisou e o caminho certo pra seguir
Eu sei que Ele um dia vai voltar e nos mesmos campos procurar o que plantou.
E colher o que de bom nasceu, chorar pela semente que morreu sem florescer, Mas ainda há tempo de plantar fazer dentro de si a flor do bem crescer pra Lhe entregar quando Ele aqui chegar
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* Letra de Roberto e Erasmo, dedicada ao aniversariante do dia.
Já havia citado essa canção antes, no Blog do Pablo Artur e hoje não poderia deixar de ouvi-la de novo. Essa música por sinal tem um baita instrumental rock and roll na parte final, levando até alguns roqueiros perguntarem que banda ‘nova’ é essa.
Feliz Natal 2008
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Literatura Cantada
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
"Ele & Ela" - Parte I
Olhou para o relógio e viu que àquela hora, ela já devia estar num sono ferrado. Por vezes, fases e fases, a vida se torna repetitiva. A manhã deste despertar será igual a que virá no dia seguinte. À noite, que cada vez se torna mais longa pra ela, a machuca lentamente na imensidão do silêncio da madrugada em que o mundo dorme e ela insiste em vagar pelo quarto feito um zumbi.
Perdeu o sono quando inventou de dar um jeito na bagunça que estava seu guarda-roupa. Lugar fantástico o guarda-roupa. Sem querer faz parte de todos os momentos de nossas vidas. Para onde vamos temos que antes passar por lá.
Percebeu que havia umas camisetas que ela não vestia há anos, tinham se perdido no tempo. Mas nada que uma tesoura e boas idéias não lhe trouxessem a vida de novo.
Era justamente isso que ela procurava tanto, sua vida de volta, o brilho, à vontade, a excitação em ver e fazer tantas coisas. O organizar das roupas era apenas um passatempo. Tentava em vão mudar o foco dos pensamentos. Mesmo depois de um bom tempo e a certeza que os momentos (que pareciam ser infinitos) ao lado dele não teriam volta. Ainda doía muito a traição e o abandono.
Abriu a ultima das quatro gavetas e achou um antigo caderno. Começou a folhear e viu uma carta com as maiúsculas letras do Ex.
Sentou na cama, dirigiu uma das mãos lentamente à boca que estava aberta e começou a ler a carta...
Suspirou fundo e deixou o corpo se jogar por completo na cama. Ficou olhando para o teto durante alguns minutos, pensamento firme na bendita noite.
Releu a carta mais uma vez e depois dormiu.
Primeira parte de um pequeno conto escrito há anos, está aqui apenas para aumentar o Sanduíche
Perdeu o sono quando inventou de dar um jeito na bagunça que estava seu guarda-roupa. Lugar fantástico o guarda-roupa. Sem querer faz parte de todos os momentos de nossas vidas. Para onde vamos temos que antes passar por lá.
Percebeu que havia umas camisetas que ela não vestia há anos, tinham se perdido no tempo. Mas nada que uma tesoura e boas idéias não lhe trouxessem a vida de novo.
Era justamente isso que ela procurava tanto, sua vida de volta, o brilho, à vontade, a excitação em ver e fazer tantas coisas. O organizar das roupas era apenas um passatempo. Tentava em vão mudar o foco dos pensamentos. Mesmo depois de um bom tempo e a certeza que os momentos (que pareciam ser infinitos) ao lado dele não teriam volta. Ainda doía muito a traição e o abandono.
Abriu a ultima das quatro gavetas e achou um antigo caderno. Começou a folhear e viu uma carta com as maiúsculas letras do Ex.
Sentou na cama, dirigiu uma das mãos lentamente à boca que estava aberta e começou a ler a carta...
“Eu sei de tudo, descobri seu segredo. E não se preocupe, não contarei pra ninguém seus poderes. Como é o feitiço que você jogou em mim? Prometa-me que nunca vai desfazê-lo, ta bom?
Pode parecer invenção minha, mas sábado a noite foi sem duvidas a melhor noite que tive na vida.
Foi único. Foi nosso.
Mesmo com todas as condições adversas, como a grama meio molhada em que estávamos sentados e toda aquela multidão andando de um lado para o outro, parecia que estávamos a sós. Mesmo com tantas coisas ao redor com cores e barulho, a única lembrança que tenho é do seu rosto e o som das suas gargalhadas.
Espero que você tenha sentido pelo menos a metade do que eu senti... Ficarei bastante feliz.
Te adoro. Não esqueça disso, ta?"
Suspirou fundo e deixou o corpo se jogar por completo na cama. Ficou olhando para o teto durante alguns minutos, pensamento firme na bendita noite.
Releu a carta mais uma vez e depois dormiu.
Primeira parte de um pequeno conto escrito há anos, está aqui apenas para aumentar o Sanduíche
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sábado, 22 de novembro de 2008
Meus espinhos e as pétalas Della
Confesso que nem sempre abraço forte quem eu deveria sempre andar colado, corro assim o risco de um dia lamentar, caso o leite vier a derramar ou sofrer a míngua pela flor que morre ou simplesmente murcha. Não me considero um amante perfeito, os meus defeitos são bem claros, por vezes trocando sensações ‘banais’, mas conjugais, por irrelevantes prazeres singulares. Talvez as preocupações em mim sejam habituais em qualquer um, o sentimento de não se ver e muito menos retribuir a altura os carinhos recebidos pelo próximo pode chegar a se transformar em algo preocupante, e não estou falando em desespero, longe disso, mas às vezes não é tão simples a responsabilidade de sempre regar uma flor, o esquecimento de lhe garantir água um dia é tão preocupante como quando se tem a sensação de que à afundou em uma enchente.
A flor que às vezes esqueço-me de regar é linda, em todos os sentidos. Com suas pétalas a acariciar meu rosto, usando seus espinhos só quando é preciso, apesar de às vezes ser espinhos que eu mesmo faço brotar, com as suas raízes fortes em volta de mim, me fazendo um bem que nem mesmo o mais otimista dos sábios chineses pensou que um dia tamanha gratidão seria gratuita, e certificando que o meu futuro é garantir não só a água para regar-lhe, mas também a proteção contra o sol e a chuva.
A flor que às vezes esqueço-me de regar é linda, em todos os sentidos. Com suas pétalas a acariciar meu rosto, usando seus espinhos só quando é preciso, apesar de às vezes ser espinhos que eu mesmo faço brotar, com as suas raízes fortes em volta de mim, me fazendo um bem que nem mesmo o mais otimista dos sábios chineses pensou que um dia tamanha gratidão seria gratuita, e certificando que o meu futuro é garantir não só a água para regar-lhe, mas também a proteção contra o sol e a chuva.
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