Esse texto é o pontapé do projeto. Resolvi batizá-lo como ‘(re)iniciando os artigos semanais’ - apesar de que já me aventurei por esse caminho antes - e tenho que admitir que, por um breve momento, pensei em ‘Piloto’, mas daí me toquei que seria muita pretensão e cafonice da minha parte. A
Escrever faz bem, serve como libertador de ideias e, principalmente (pelo menos pra mim), como um diário atemporal. Esse artigo, apesar do título, não é o primeiro devaneio que escrevo. Tenho outras coisas guardadas em outros endereços eletrônicos (um deles, inclusive, foi desativado pelo site hospedeiro, era o com mais registros). Tá tudo guardado, inclusive a evolução, temperamento, humor e tantas emoções de quem escreve, apesar de que, por vezes, a escrita vem de algum personagem que habita na cabeça do autor. A mente que escreve mais rápido que as mãos é dividida em diversas partes. A - talvez - mais interessante é a da loucura, que por sinal, está ativa no momento, e a prova disso é que, de alguma forma, me comparei a Socorro Acioli. Por falar nisso, não sei se o texto da Socorro foi vivido por ela ou foi algo imaginado. Já o meu, com a história da criança fujona, foi sim verdade, e sigo no aguardo dos parabéns pela façanha.
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